Ultimamente
tenho me deparado frequentemente com o termo “maturidade”. Preciso apenas de
antemão entender a qual conceito de “maturidade” se referem em determinadas
situações.
Falando
de ‘responsabilidade’, nos últimos tempos não tenho feito outra coisa senão me
fazer valer desse termo, diga-se de passagem, muito bem, e mais do que
pretendia até.
Mas,
minha angústia não é daí, advém de quando tratamos de relacionamento... O que
seria um relacionamento sob tal perspectiva? Pra mim, confiança, respeito e
diálogo é o alicerce para tal relação. Porém, vejo que aos olhos alheios,
amadurecimento no relacionamento é transformá-lo numa convivência inerte.
Reconheço
essas relações em convivências de 10 anos ou mais. Os atos são mecânicos e tudo
ou quase tudo é bem previsível. Se bem que todo mundo já cresce consciente de
que um dia tudo passa a ser assim. Afinal, o tempo cura tudo... Até a vontade
de fazer diferente.
Pensando
assim, no amor, se isso for amadurecer... serei uma eterna criança mesmo.
Assim, as relações não se desgastariam tão frequentemente. Quero continuar
amando intensamente, como uma adolescente apaixonada á primeira vista... Sem
aquela espera do dia ou momento certo para ium beijo ou abraço mais intensos...
Quero
continuar falando de meu amor todos os dias, lembrando e relembrando a
imensidão desse sentimento acredito que ele resista ao conformismo no qual a
humanidade tem sustentado suas relações.
Ao
amar me sinto menina mesmo! Sou romântica em excesso e a mim não é
constrangedor pensar assim. Não desisti de meu castelo de sonhos construído em
anos de sonhos infantis ou não. Quero ser imatura enquanto o sinônimo de romantismo
for esse... Talvez eu silencie... Sonhos, talvez devam ser sonhados e nada mais...
Ou como dizia minha vovó, se realiza se guardarmos segredo... Ou mais provável
que se transformem numa bela lembrança de uma eterna romântica que precisou
sufocar seus sonhos em nome de outra Felicidade!!!!



